Marcus Messner, filho de açougueiros, pertencente ao judaísmo mas contra a sua religião, tornando-se ateu a partir da leitura de um livro que revolucionou sua opinião a respeito da divindade inexistente. O tema é a pregação da fé pela moral e a submissão do ser humano à igreja que não questiona, nem crítica mas apenas consente.
Diante deste contexto de turbulência de espírito do nosso herói, Marcus decide mudar de cidade, pois a faculdade que iria estudar localizava fora do estado onde habitava. Neste novo ambiente, muitos fatores o amedrontam. Primeiro, o distanciamento dos pais. Depois certa independência em que o protagonista rege sua vida.
Marcus era intolerante com algumas questões. Sua impaciência com os colegas de quarto pela responsabilidade que levava os estudos ao invés de boemia dos demais estudantes o fez transferir para um novo comodo. Desta vez parecia que tudo se encaixava com seu gosto. Um rapaz sábio, disciplinado e especialmente quieto.
A amizade estada tomando seu percurso e seu companheiro teve o prazer de emprestar o seu carro, já que ele era mais velho, ao Marcos para um encontro, no qual foi bem sucedido.
Seu colega era informado de que sua companhia nada mais era que Olivia, a "prostituta" perturbada da escola. Naquela altura do campeonato, o nosso herói já estava estupidamente apaixonado por Olívia, pois diante da sua primeira experiência sexual, ele ficou encantado com o poder do gozo sexual compartilhado com sua parceira.
Após a ofensa cometida pelo companheiro, chamando Olívia de puta na frente de Marcus, este optou pela solidão, isolando-se num único quarto em que ninguém a habitava, preocupando o diretor da escola que estranhava este apego pelo exílio. O diretor é um sujeito limitado que enxerga apenas um ambiente de fraternidade escola, descartando qualquer atitude rebelde.
Há um trecho do livro (o mais lindo a meu ver) em que o diretor chama Marcus a uma reunião particular para esclarecer estas decisões. O que era para ser inicialmente uma conversa descontraída e formal acaba travando numa polêmica discussão sobre religião, pois Marcus não concordava com as normas da escola de cumprir uma cota mínima das aulas de religião. Este trecho esboça uma conversa que age como uma reflexão, a partir de idéia levantadas em que é possível refazer alguns conceitos sobre o papel da igreja. O protagonista reforça sua tese com argumentos apresentados por um especialista em sua obra que a personagem teve o privilégio de ter lido.
Esta polêmica discussão de valores vai longe até que Marcus sente uma náusea e regurgita na sala do diretor, causando um espanto geral. Após este primeiro desentendimento ocorrem mais alguns entre os dois causando sua infeliz expulsão.
Uma greve de alunos é organizada, visando exclusivamente a balburdia. Um bando de seres imprudentes que violam as regras com intenções imorais, como atacar os armário das garotas e erguer suas roupas íntimas como troféus. Este símbolo de vitória significa que estes alunos enfrentavam dificuldades em acessar a área feminina da faculdade.
Não aturando mais aquele ambiente enfadonho, fútil e horrendo, Marcus apelou para um insulto informal ao diretor, acarretando na expulsão. Isto o fez transferir para guerrear contra a coréia do sul pois os EUA estavam em guerra contra esse país que ampliava sua idéias comunistas. Marcus foi uma vítima do meio, aquilo que mais desprezava. Talvez uma vida mais reservada gerasse mais frutos, mas as pessoas com quem convivia não compreendiam. Sempre exigiam a harmonia hipócrita dos seres humanos.
Diante deste contexto de turbulência de espírito do nosso herói, Marcus decide mudar de cidade, pois a faculdade que iria estudar localizava fora do estado onde habitava. Neste novo ambiente, muitos fatores o amedrontam. Primeiro, o distanciamento dos pais. Depois certa independência em que o protagonista rege sua vida.
Marcus era intolerante com algumas questões. Sua impaciência com os colegas de quarto pela responsabilidade que levava os estudos ao invés de boemia dos demais estudantes o fez transferir para um novo comodo. Desta vez parecia que tudo se encaixava com seu gosto. Um rapaz sábio, disciplinado e especialmente quieto.
A amizade estada tomando seu percurso e seu companheiro teve o prazer de emprestar o seu carro, já que ele era mais velho, ao Marcos para um encontro, no qual foi bem sucedido.
Seu colega era informado de que sua companhia nada mais era que Olivia, a "prostituta" perturbada da escola. Naquela altura do campeonato, o nosso herói já estava estupidamente apaixonado por Olívia, pois diante da sua primeira experiência sexual, ele ficou encantado com o poder do gozo sexual compartilhado com sua parceira.
Após a ofensa cometida pelo companheiro, chamando Olívia de puta na frente de Marcus, este optou pela solidão, isolando-se num único quarto em que ninguém a habitava, preocupando o diretor da escola que estranhava este apego pelo exílio. O diretor é um sujeito limitado que enxerga apenas um ambiente de fraternidade escola, descartando qualquer atitude rebelde.
Há um trecho do livro (o mais lindo a meu ver) em que o diretor chama Marcus a uma reunião particular para esclarecer estas decisões. O que era para ser inicialmente uma conversa descontraída e formal acaba travando numa polêmica discussão sobre religião, pois Marcus não concordava com as normas da escola de cumprir uma cota mínima das aulas de religião. Este trecho esboça uma conversa que age como uma reflexão, a partir de idéia levantadas em que é possível refazer alguns conceitos sobre o papel da igreja. O protagonista reforça sua tese com argumentos apresentados por um especialista em sua obra que a personagem teve o privilégio de ter lido.
Esta polêmica discussão de valores vai longe até que Marcus sente uma náusea e regurgita na sala do diretor, causando um espanto geral. Após este primeiro desentendimento ocorrem mais alguns entre os dois causando sua infeliz expulsão.
Uma greve de alunos é organizada, visando exclusivamente a balburdia. Um bando de seres imprudentes que violam as regras com intenções imorais, como atacar os armário das garotas e erguer suas roupas íntimas como troféus. Este símbolo de vitória significa que estes alunos enfrentavam dificuldades em acessar a área feminina da faculdade.
Não aturando mais aquele ambiente enfadonho, fútil e horrendo, Marcus apelou para um insulto informal ao diretor, acarretando na expulsão. Isto o fez transferir para guerrear contra a coréia do sul pois os EUA estavam em guerra contra esse país que ampliava sua idéias comunistas. Marcus foi uma vítima do meio, aquilo que mais desprezava. Talvez uma vida mais reservada gerasse mais frutos, mas as pessoas com quem convivia não compreendiam. Sempre exigiam a harmonia hipócrita dos seres humanos.